home_pretratoYasmin Jamil Nadaf é cuiabana, nascida em 22 de maio de 1961. Segunda filha de Layla e Jamil Nadaf, tendo como irmãos Samia e Pedro.

Licenciada em Letras, pela UFMT, Especialista em Literatura Brasileira, pela UFPR, e Mestre e Doutora em Literaturas de Língua Portuguesa, pela Unesp, com Pós-doutorado em Literatura Comparada, pela UFRJ.

Há três décadas pesquisa a escrita literária de sua terra, divulgando-a através de palestras, teses, e ensaios publicados em revistas especializadas e jornais do país. Seus livros, Sob o signo de uma flor. Estudo de A Violeta, publicação do Grêmio Literário Júlia Lopes - 1916 a 1950 (1993), Rodapé das miscelâneas. O folhetim nos jornais de Mato Grosso - séculos XIX e XX (2002), Diálogo da escrita. Alagoanos na imprensa de Mato Grosso (2003), Presença de mulher: ensaios (2004), Machado de Assis em Mato Grosso. Textos críticos da primeira metade do século XX (2006), Estudos literários em livros, jornais e revistas (2009), e Páginas do passado. Ensaios de literatura (2014) são referências no Brasil e no estrangeiro.

 


 

Exposições

 

Veja aqui exposições com acervos de Yasmin Nadaf:

 


 

Informes - 2016

 


 

Agradecemos de público o convite do Professor Doutor NILTONCI BATISTA CHAVES para eu estar nesta última semana de agosto compondo a banca de Mestrado de CAROLINE DE LARA, cujo título da dissertação é “Agora sou outro!”: Propagandas e educação sanitária nos almanaques de farmácia (1900-1945), na UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA/PR. Ainda na mesma entidade estive em palestra com alunos do Mestrado em História sobre o tema "Acervo e Pesquisa em Periódicos". Aos meus leitores quero dizer que a UEPG tem um corpo docente de professores de História com conhecimento científico de primeiríssimo time. Não posso também deixar de acentuar o carinho como fui recebida pelos alunos e professores. Obrigada! 

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Portugueses de papel. Dicionário de personagens portuguesas do romance brasileiro.

 

Recebemos com muito orgulho profissional o convite para integrar a Comissão Científica de Portugueses de papel. Dicionário de personagens portuguesas do romance brasileiro, projeto este desenvolvido em parceria pelo Grupo de Investigação 6 do CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa) e pela Cátedra Infante Dom Henrique, pertencente ao mesmo Centro. O dicionário será, de início, colocado num site de consulta aberta e, posteriormente, impresso.

Caberá à Comissão Científica, da qual faremos parte, formular pareceres de avaliação dos verbetes sobre os romances brasileiros que o dicionário conta publicar.

Abaixo a composição da Equipe do Projeto:

Coordenação:

Ana Maria Lisboa de Mello (PUCRS); Jacqueline Penjon (Sorbonne Nouvelle); e Vania Pinheiro Chaves (CLEPUL-ULisboa)

Comissão Científica

Antonio Carlos Secchin (UFRJ- ABL); Antonio Dimas (USP); Carlos Baumgarten (PUCRS); Federico Bertolazzi (U. Roma II); Francisco Topa (U. Porto); Germana Sales (UFPA); Ilana Heineberg (U. Bordeaux); Jean-Yves Mérian (U. Rennes); José Luís Jobim (UFF); Lúcia Helena (UFF); Luís Bueno (UFPR); Maria Aparecida Ribeiro (U. Coimbra); Maria Célia Leonel (UNESP-Araraquara); Maria Eulália Ramicelli (UFMS); Maria Zilda Cury (UFMG); Marilene Weinhardt (UFPR); Marta de Senna (FCRB); Paulo Motta (USP); Renato Cordeiro Gomes (PUC-Rio); e Yasmin Jamil Nadaf


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                                       TEMPO DE ALMANAQUE

A Exposição Tempo de Almanaque, do SESC NACIONAL, que tem como base nosso acervo de Almanaques de Farmácia tem sido um sucesso nacional desde que foi inaugurada na Flip (Festa Literária em Paraty), em 2011.

De lá para cá a mostra já percorreu cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, e nos anos de 2014 e 2015 esteve nos municípios do Paraná. Em 2016 a Exposição irá migrar para os Estados do Norte: Amapá, Pará e Maranhão.

O Sucesso de Tempo de Almanaque segundo os seus organizadores “é resultante do seu caráter interdisciplinar muito grande, somado ainda a questão afetiva, pois muitos espectadores viajam no tempo e relembram a infância... o que é realmente muito gratificante!”

 

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Jornais

O escritor é um aprendiz. Ele traz em seu ofício diálogos múltiplos (...).

Desde os 15 anos faço críticas literárias. Sou uma leitora de berço. As duas ações – ler e escrever – estão fortemente entrelaçadas. Já nasci com esse olhar. Com uma inquietude particular. Um desejo de me posicionar criticamente frente à realidade que enxergo. Acredito na literatura como objeto de transformação. De aparar diferenças, sejam mínimas ou não, na sociedade. (Yasmin Nadaf)

Construir um acervo bibliográfico não é somente uma demonstração de amor pelos livros e outras fontes escritas, mas também a expressão do exercício diário da cidadania. Ao armazenar a escrita estamos estimulando o processo da leitura, ofertando o entretenimento, disseminando a memória, e preservando o patrimônio cultural de uma região ou de uma nação. (Yasmin Nadaf)

LIVRO É VIDA

(Yasmin Nadaf)